sexta-feira, 28 de março de 2008

SEGUNDO FATOR: NÃO HÁ QUALQUER PLANETA

No sistema Alpha Aurigae ou Capella para muitos, foi detectada apenas uma formação protoplanetária que tanto pode dar origem a um planeta do tipo jupiteriano, com massa superior a cinco vezes nosso gigante gasoso, como também a uma ou mais estrelas anãs de tipos variados – anãs brancas, vermelhas e marrom. Não há qualquer possibilidade de vida orgânica sem a existência de um planeta rochoso. As anãs marrons não são incomuns como podemos ver na imagem abaixo obtida de Gliece 229B, algumas delas podem estar cercadas de planetas dos mais variados tipos.





A tecnologia observacional nos dias atuais está equipada para descobrir até mesmo pequenos planetas semelhantes à Terra e se existisse algum no sistema Capella, muito provavelmente ele já teria sido encontrado, mesmo porque existem vários métodos de buscas; não nos valemos tão somente de meios ópticos e de observações diretas. Veja o exemplo seguinte.

PARIS, 24 abr (AFP) - Um planeta "do tipo terrestre habitável", capaz de abrigar vida extraterrestre, foi detectado pela primeira vez por uma equipe de astrônomos em um sistema planetário extra-solar, segundo um estudo publicado na revista Astronomy and Astrophysics.Além disso, acrescentou, "seu raio seria 1,5 vezes o da Terra", o que indicaria "ou uma constituição rochosa (como na Terra), ou uma superfície coberta de oceanos". A gravidade em sua superfície é 2,2 vezes a da superfície da Terra, e sua massa muito fraca (5 vezes a da Terra).Descoberto com o telescópio "Harps" de 3,6 m do Observatório Espacial Europeu (Eso) da Silla, no Chile, este planeta orbita em 13 dias em torno da estrela Gliese 581 (Gl 581), da qual está 14 vezes mais próximo do que a distância da Terra para o Sol.

Alguns desses planetas são classificados como TECTONICA de GIGANTES ROCHOSOS, pois além de rochosos, atingem a massa correspondente a 10 vezes a da Terra. Há algum tempo vem sendo discutido a questão de sua estrutura interna que pode ser semelhante à do nosso planeta. Uma segunda Terra, em formação, pode ter sido descoberta a 424 Ly de distância, orbitando a estrela HD113766, mais jovem do que o Sol. De acordo com as primeiras observações, a estrela possui um cinturão de poeira e rochas, moléculas d´água, e formações rochosas comparáveis em tamanho, ao planeta Marte. As observações feitas pelo telescópio espacial Spitzer mostram que este sistema apresenta condições ideais para a formação de um planeta como a Terra, não contendo demasiado gás (hidrogênio), característica dos sistemas mais novos, e que poderia levar à criação de mais um gigante joviano, como é comum encontrar, nem contém, ao que se percebe, planetas já formados, o que poderia indicar um sistema já com alguma idade.

Conforme podemos perceber, não é de se encontrar planetas orbitando estrelas jovens como Capella, conforme demonstra o exemplo apresentado, bem como numerosos outros exemplos já observados.





TERCEIRO FATOR: A EXISTÊNCIA DE PLANETA ROCHOSO


Se existisse algum planeta em órbita de alguma das nove estrelas do Sistema Capella, ele haveria de ser encontrado na chamada zona habitável para estar qualificado a desenvolver alguma forma de vida orgânica. Veja como exemplo, o nosso sistema solar:





Ao lado temos uma boa sugestão de leitura para um conhecimento mais razoável sobre as estrelas. O que tem levado muitas pessoas à defesa intransigente e fanática dos exilados de Capella é a ignorância científica.

Se tivesse sido possível algum planeta semelhante à Terra ter orbitado Capella Aa ou Ab, durante sua juventude, provavelmente teria sido reduzido em breve tempo à cinzas.



Atualmente, as zonas habitáveis de Capella Aa ou Ab são mais distantes externamente do que a distância orbital média entre estas duas estrelas. (Se considerarmos como únicas estrelas do sistema, a órbita de um planeta “algo semelhante” à Terra, ao redor de Aa, seria centrada atualmente em torno do AU 8.7 -- justo dentro das distâncias orbitais de Saturno no sistema solar, e para a órbita da zona habitável de Ab teríamos aproximadamente AU 7.8, entre as distâncias orbitais de Jupiter e Saturno.) E somente poderia ter ocorrido durante um tempo muito curto levando-se em conta a combinação das fases das duas estrelas no presente. Se levarmos em conta a combinação do par Aab a zona habitável avança para algo próximo de 12,5 AU externamente ao binário.






A Terra é um planeta rochoso , bem como todos os planetas interiores.

Sob certo ponto de vista, não seria errado afirmar que o terceiro planeta a partir do Sol é duplo, isto é, são dois planetas girando em torno de um centro comum de gravidade. Não é assim que costumamos nos referir a Terra e a Lua, mas esta seria uma possível forma de classificação.

O motivo é simples. Terra e Lua (assim como Plutão e seu único satélite, Caronte) apresentam a maior correlação de massa de todo o Sistema Solar. Normalmente os satélites têm milhares, às vezes milhões de vezes menos massa que seus planetas. No sistema Terra-Lua a correlação de massa é1/81 (isto é, a Lua tem 81 vezes menos massa que a Terra).






Sem planetas a vida orgânica é impossível, portanto, a atenção dos astrônomos volta-se para os sistemas que apresentam as condições satisfatórias ao desenvolvimento de planetas. Nem todas as estrelas possuem planetas. O interesse por Capella é pequeno, uma vez que a possibilidade de existência de planetas em condições de habitabilidade encontrar-se descartada.


24 comentários:

C Notari disse...

Acho interessante a análise, mas vejo que a base toda é na busca de vida orgânica.

A vida orgânica é de planetas de baixa evolução espiritual, nos quais temos uma grande influência da matéria. Se tivéssemos apenas planetas como a Terra estaríamos em contradição com o que disse Kardec, que na evolução nos tornamos espíritos superiores, que são etéreos, não influenciados pela matéria. Dessa forma não teríamos encarnações para espíritos superiores, o que vai de encontro com o explicado nos livros de Kardec.

Li um livro muito bom de Camille Flammarion sobre a vida em outros mundos, e pude vislumbrar um pouco do que podemos ter em diferentes formas.

Uma outra coisa que me impressionou recentemente foi a busca dos cientistas pela matéria escura/ dark matter... que Kardec já havia descrito como Fluído Universal. Lembremos que na época de Kardec a ciência era muito atrasada, e algumas verdades não foram bem escritas.

Mantendo a mente aberta, não quero me restringir a o que sabemos hoje. Afinal, 500 anos atrás o mundo era chato e tinha fim...

Mirgon Kayser Junior disse...

Concordo com tuas colocações de maneira geral, Notari.
No caso específico, os "exilados" em questão seriam originados de um planeta mais adiantado que a Terra. Entretanto, não podemos esquecer que seriam mais adiantados, mas nem tanto assim.
O estágio dos "exilados" seria de alguns passos além do que somos hoje.
Certamente que, mesmo galgando muitos passos, nossa condição encarnada ainda permanecerá como organismo bastante materializado.
Portanto, existem três possibilidades possíveis, nesse caso.
1)A tese é uma farsa completa;
2)A história (ou parte dela) é verídica, mas a origem não é Capella ou;
3) Capella "alçou" voo para uma condição mais etérea de existência, assunto para o qual ainda não temos elementos suficientes para entender como funciona de fato.

www.blogdomirgon.blogspot.com

Anônimo disse...

Seria inimaginável, imaginarmos, que num universo, constituído por planetas, constelações, galáxias e seguem-se os demais. Estivéssemos, sozinhos, não acha? no entanto assim como os exilados de capela, pois exilado, seria de alguma forma tudo o que falhou, o que não acompanhou a evolução dos demais, assim como uma escola, ou uma empresa... No entanto se os atuais espíritos que se encontram em capela estão em forma etérica torna-se desnecessária todas as necessidades fisiológicas, das quais nos formados por matéria orgânica necessitamos, onde sentimos sede, frio, fome, por que nossas minusculas células são incapazes de se adptarem como um urso no Polo Norte, assim como os peixes vivem na água, os capelinos são dotados de condições necessárias a sua condição etérica, assim como não somos capazes de vizualizar o plasma, o quarto estado da matéria,também por sua forma não será possível vizualizálos, como também não podemos vizualizar os ventos, nem snetir passar em nossas mãos, porém sabemos incontestavelmente de suas existências!

Anônimo disse...

Sempre tive uma grande curiosidade por este livro, pensei que Capella fosse um nome bonito para o planeta Marte... Mas agora, lendo o seu blogue eu nem vou ler esse livro, que pena, gostei da análise que você fez da inexistência de planetas neste sistema, e outra coisa, foi ótimo encontrar alguém que tenha resumido de forma simples estes conceitos astronômicos.

xaxeila

Anônimo disse...

A segunda hipótese é muito improvável, pois, alguém que quer se mostrar como sério e confiável não passaria uma informção que seria facilmente desmentida.
Quanto a diferença nos graus de evolução, creio que até se atingir o grau de REGENERAÇÃO é um processo lento, daí para frente é uma bala, portanto, sejá lá de onde viemos, até chegarmos ao atual, ínfimo, estágio evolutivo, o planeta de onde viemos deve ter alavancado como um raio rumo aos estágios superiores nos deixando muito atrás.
O fato de nossos pobres olhos mortais não poder detectar, não significa que não estão lá.

Anônimo disse...

Reitero o que disse os amigos acima.
O que nós sabemos sobre a matéria resume-se a uma porção muito pequena, considerando a existência da matéria escura. Os elementos que conhecemos interagem com a luz; a matéria escura, não; somente indiretamente, por meio das lentes gravitacionais.
É por isso toda a sustentação na crença nos espíritos - a de que existem elementos e propriedades intangíveis aos seres humanos, ainda. Podemos vislumbrar tais propriedades no Livro dos Espíritos, já adiantando o fato para Zwick, acerca do Título das propriedades da matéria. Em resumo, no livro, diz-se que é matéria sutil, quintessenciada, que escapa inteiramente dos nossos sentidos.
Tal ótica não seria diferente sobre a organização da vida em outros mundos, sejam solares ou exosolares. Em Júpiter, por exemplo, pode haver vida inteligente sob essa ótica.

Marco Aurélio Leite da Silva disse...

Há termos que são usados por várias confrarias de estudos, máxime no Ocidente, com termos herdados em grande parte dos alquimistas... Plano Astral é o plano etéreo imediato ao plano físico. Tem subdivisões etc, mas o que interessa é que é o que chamamos o plano espiritual, aquele em que o Espírito na erraticidade habita. Está contíguo, em termos de espectro de vibrações, ao plano da matéria densa, dita matéria física.

Mas é matéria...

Como matéria, sofre influência da gravitação decorrente de grandes massas de matéria densa, conquanto sob parâmetros menores em comparação com a "matéria física".

O LE diz que a Terra, durante sua formação (creio que só podemos interpretar como o planeta fisicamente considerado), foi um mundo transitório. Em torno de sua massa, gravitava desde já os fluidos variados que compõem a parte etérica desse mesmo planeta. Parte etérica? Sim, parte etérica... Os fluidos etéricos são matéria, participando da estrutura material do planeta.

O habitante da erraticidade é dotado de perispírito etérico, que, sabemos, é formado de fluidos etéricos próprios do planeta. Portanto, não poderia ficar "flutuando" na textura do fluido cósmico...

Creio que é por isso que precisa habitar mundos transitórios, nos quais a Vida se manifesta no estamento etérico mas não no físico.

Por que então buscar no sistema de Capella necessariamente vida no plano físico? Os ciclos de desenvolvimento não ocorrem somente no plano mais denso, mas também no etérico. Sabemos que não há vida orgânica (ao menos até agora é o que se sabe), por exemplo, em Marte; mas isso impede que haja vida na dimensão astral que gravita o orbe material?

Livro dos Espíritos:

236. Pela sua natureza especial, os mundos transitórios se conservam
perpetuamente destinados aos Espíritos errantes?
“Não, a condição deles é meramente temporária.”
a) - Esses mundos são ao mesmo tempo habitados por seres corpóreos?
“Não; estéril é neles a superfície. Os que os habitam de nada precisam.”
b) - É permanente essa esterilidade e decorre da natureza especial que apresentam?
“Não; são estéreis transitoriamente.”
c) - Os mundos dessa categoria carecem então de belezas naturais?
“A Natureza reflete as belezas da imensidade, que não são menos admiráveis do que
aquilo a que dais o nome de belezas naturais.”
d) - Sendo transitório o estado de semelhantes mundos, a Terra pertencerá algum
dia ao números deles?
“Já pertenceu.”
e) - Em que época?
“Durante a sua formação.”
Nada é inútil em a Natureza; tudo tem um fim, uma destinação. Em lugar algum há
o vazio; tudo é habitado, há vida em toda parte. Assim, durante a dilatada sucessão dos séculos que passaram antes do aparecimento do homem na Terra, durante os lentos períodos de transição que as camadas geológicas atestam, antes mesmo da formação dos primeiros seres orgânicos, naquela massa informe, naquele árido caos, onde os elementos se achavam em confusão, não havia ausência de vida. Seres isentos das nossas necessidades, das nossas sensações físicas, lá encontravam refúgio. Quis Deus que, mesmo assim, ainda imperfeita, a Terra servisse para alguma coisa. Quem ousaria afirmar que, entre os milhares de mundos que giram na imensidade, um só, um dos menores, perdido no seio da multidão infinita deles, goza do privilégio exclusivo de ser povoado? Qual então a utilidade dos demais? Tê-los-ia Deus feito unicamente para nos recrearem a vista? Suposição absurda, incompatível com a sabedoria que esplende em todas as suas obras e inadmissível desde que ponderemos na existência de todos os que não podemos perceber. Ninguém contestará que, nesta idéia da existência de mundos ainda impróprios para a vida material e, não obstante, já povoados de seres vivos apropriados a tal meio, há qualquer coisa de grande e sublime, em que talvez se encontre a solução de mais de um problema.

Anônimo disse...

Eu acredito que pode ser verídica a hipótese de que espíritos vieram para nosso planeta, com a dupla finalidade de evoluir e de dar chances aos nativos deste orbe de tambem evoluir mais rápido. Fica aqui o parentese de que não li nada até hoje que me explicasse como se deu a criação dos espíritos locais, e como que por serem primitivos, puderam evoluir tão rápido a ponto de se equipararem à evoluçãom dos capelinos. É uma questão no mínimo tortuosa. A meu ver, o espiritismo é vitima dos mesmos males que influenciaram as outras religiões. Com a agravante de que ao nos colocarmos como "religiosos evangélicos" restringimos o alcance da doutrina, que como Kardek disse, não poderia ser sectária ou dogmática. É uma doutrina baseada na vertente religiosa, na vertente científica e na vertente filosófica, ao que eu acrescentaria centradas no aspecto moral, que tem uma influencia primordial em sua evolução. Resumindo tenho muitas dúvidas quanto ao fato de recebermos exilados de Capela, embora não creia impossível que algo similar tenha ocorrido. O conhecimento científico anda tão rápido, que até mesmo certos trechos de Kardek que tratam de magnetismo e outros fenomenos, poderiam sofrer uma releitura a luz dos fatos atuais, adaptando a linguagem ao conhecimento. Antes e mais nada, nós espiritas, ou aqueles que se consideram como tal, temos de nos livrar dos dogmatismos e das palavras de ordem que muitas vezes são distrações ao nosso espírito.
crítico. Os problemas já começam com a proliferação de "donos da doutrina" que fazem um desserviço, ao verdadeiro espirito de união e fraternidade que deveria povoar as mentes dos que se dizem espíritas.

Jandyra disse...

Onde consigo adquirir o livro À luz das estrelas? Se preferirem usar telefone, o meu é: (27) 9932-8797 ou (27) 3223-4337Meu endereço eletrônico: jandyra.abranches@gmail.comAgradeço a informação.
SDS fraternas
Jandyra Abranches
Vitória-ES

Edimo disse...

A tese de que os exilados seriam espíritos superiores não se sustenta perante a DE.

178. Podem os Espíritos encarnar em um mundo relativamente inferior a outro onde já viveram?

Sim, quando em missão, com o objetivo de auxiliarem o progresso, caso em que aceitam alegres as tribulações de tal existência, por lhes proporcionar meio de se adiantarem.”

Ou seja:Espírito de um mundo superior encarnando num mundo inferior só em missão!

a) - Mas, não pode dar-se também por expiação? Não pode Deus degredar para mundos inferiores Espíritos rebeldes?

“Os Espíritos podem conservar-se estacionários, mas não retrogradam. Em caso de estacionamento, a punição deles consiste em não avançarem, em recomeçarem, no meio conveniente à sua natureza, as existências mal empregadas.”

Isso de ser "expulso" para um planeta inferior não existe! Ele recomeça num mundo do mesmo tipo "provas e expiações"

Johnper disse...

Me agrada especialmente essa parte crítica da doutrina espírita, o questionar e refletir, ao invés de apenas aceitar "porque veio do astral". Muito legal o blog!

Eliza Miranda disse...

Olá professor, adorei seu blog, que me foi enviado por uma amiga que segue e estuda a doutrina espírita kardecista. Já eu, não acompanho mais esses estudos de perto há alguns anos. Estudei, também no passado, a visão científica do mundo e da vida, lendo sobre cosmologia, astronomia e evolucionismo. Atualmente, um dos meus objetos de interesse é justamente a relação entre a religião e o homem. Hoje me dedico à filosofia. Adorei principalmente sua postura anti-dogmática e de paz entre religião e ciência. Parabéns. Vi, por alguns comentários, que vários leitores também apreciaram essa disposição e me surpreendeu positivamente, porque uma coisa que me incomodou profundamente na religião espírita que estudei em centros quando era jovem, foi justamente a mesma atitude dogmática das demais religiões. Mas esse não é o tema de meu comentário, e sim uma pergunta que gostaria de lhe fazer: Uma vez que, pela sua análise, não é possível que a história de Emmanuel seja considerada fática, como devemos encará-la? Como passível de um “ajuste”, afinal os conhecimentos astronômicos eram rudimentares e Capella poderia ser apenas o nome de um lugar-símbolo para um processo que, de fato, teria sim ocorrido da forma como é narrada no livro, porém em outro planeta? Como uma mera alegoria, tais como as de Platão (alegoria da caverna, ou o mito de Er sobre a teoria da reminiscência), que apenas indicam um mecanismo, tentam explicar como as coisas funcionam, mas não pretendem ser consideradas um fato real? Ou simplesmente como ficção, isto é, um romance ou algo assim, já que cientificamente ainda estaria como uma teoria que se mostrou falsa, ou pelo menos ainda não possível de comprovação... Pergunto isso, porque realmente Os Exilados de Capella é um livro muito bacana, mas sinceramente não sei como encará-lo, ou classificá-lo quando sob uma análise mais ampla e séria... Agradeço desde já. Atenciosamente, Eliza.

Canceriano777 disse...

Adorei o blog , pois se trata de informações científicas com fatos e dados . Sobre o livro " A Caminho da Luz " tem outro assunto que me deixa intrigado : a existência de Atlântida e Lemúria . Considero a existência destas ilhas ou continentes lendas da antiguidade .
O que a opinião do Sr. sobre ambas ?

Obrigado,

Canceriano777 disse...

Boa noite . Concordo plenamente com o blog . Além desse tema , também existe a teoria que da estrela Sírius teriam vindos missionários para encarnar, na antiguidade, aqui na Terra e que da estrela Alcione estão vindo espíritos ( as crianças indigo e cristal ) para encarnar , na atualidade, em nosso planeta . Pelo que já li , nem Sírius nem Alcione tem chances de terem planetas rochosos . Qual vossa opinião a respeito ?
Obrigado pela atenção.

Anônimo disse...

A fascinação é a pior praga da humanidade. O quadro de obsessão mais difícil de ser combatido.

O Evangelho Segundo o Espiritismo deixa bem claro em seu capítulo XXI, ítem 10 ao afirmar "quando formula um sistema contraditado pelas mais vulgares noções da ciência, esse não pode ser senão um espírito ignorante e mentiroso". Mas parece que o povo prefere não acreditar na codificação.

Mais uma vez volto a repetir este trecho do Evangelho que derruba de maneira bem simples esta obra espiritualista, mas não espírita.

Espero ter contribuido. Fiquem com Deus!

Fernando.

Anônimo disse...

Quem leu a Gênese , exilados de Capela pode detectar em vários trechos do livro que ainda nao temos perante o véu que nos acompanha ter a clara noção das diferentes formas de vida no universo, inerentes as condições físicas, climáticas etc..a maior prova simples sao as colônias que nao precisam de nada para existirem.

Anônimo disse...

Na minha, sincera e humilde, opinião: não seria este um momento inadequado para se debater supérfluos? Porque não, direcionar esta energia ao ponto comum que une a nós todos? Acredito que o passado longínquo, embora nos seja uma deleitosa instigação à curiosidade, pouco tem a contribuir na solução dos desafios em que nos encontramos agora. E necessário que nós não nos deixemos levar pelas rixas e argumentações sem propósito. Cabe a cada um tomar para si o "dai-nos a fé e a razão"(Prece de Cáritas)e buscar a proporção equilibrada entre estas virtudes. Desta forma, poderemos assumir um foco nos conceitos que, realmente, nos encaminharão a evolução espiritual.
Prazer em conhece-los,
Filipe da Silva Rangel-Pereira

Anônimo disse...

"Não há qualquer possibilidade de vida orgânica sem a existência de um planeta rochoso."

Pois é, antigamente o ser humano tinha a arrogância de achar que era a única espécie inteligente em todo o universo. Agora, embora tenha mudado de atitude, continua extremamente arrogante, ao pensar: "Sim, pode existir vida, mas tem que ser igual a nossa, senão é impossível". O próprio conceito de "zona habitável" é absurdo, porque leva em conta apenas a possibilidade de vida como a nossa. Em planetas cujas temperaturas não permitem a existência de água em estado líquido, certamente outro tipo de solvente pode ser usado para as reações químicas necessárias para o surgimento da vida. Dentre outros possíveis solventes para o surgimento de vida, os cientistas cogitam amônia, metano, nitrogênio líquido e hidrogênio na forma de fluido supercrítico, dentre muitos outros.

Anselmo Manzano disse...

Se você procura uma vida material semelhante a da Terra, certamente lá não irá encontrar.
Os habitantes de hoje de Capela são seres sem matéria, ou seja, espíritos em sua essência. Somos tão atrasados que só conseguimos acreditar no que vemos. O que não vemos ignoramos ou rechaçamos. Isso tem muito a ver com a postura arrogante humana de achar que é o mais inteligente do "universo". Ah Galileu Galilei... pensar que você foi quase morto por dizer que a Terra girava em torno do Sol. São poucos os Galileus hoje em dia. SOMOS MUITO IGNORANTES E SOBERBOS. Quem sabe quando formos mais humildes tenhamos o merecimento de contatar essa civilização??? HUMILDADE É O CAMINHO.

Anônimo disse...

No livro Os Exilados não são de Capella, não é mencionado que os exilados, os capelinos, vieram de um Planeta, mas de um Sol, parece que ninguém leu o livro, observem:
Capela é uma estrela inúmeras vezes maior que o nosso Sol e, se este fosse colocado
em seu lugar, mal seria percebido por nós, à vista desarmada.
Dista da Terra cerca de 45 anos-luz, distância esta que, em quilômetros, se
representa pelo número de 4.257 seguido de 11 zeros.
Na abóbada celeste Capela está situada no hemisfério boreal, limitada pelas
constelações da Girafa, Perseu e Lince: e, quanto ao Zodíaco, sua posição é entre Gêminis e
Tauro.
Conhecida desde a mais remota antigüidade, Capela é uma Estrela gasosa, segundo
afirma o célebre astrônomo e físico inglês Arthur Stanley Eddington (1882-1944), e de
matéria tão fluídica que sua densidade pode ser confundida com a do ar que respiramos.
Sua cor é amarela, o que demonstra ser um Sol em plena juventude, e, como um
Sol, deve ser habitada por uma humanidade bastante evoluída.
* ver O Livro dos Espíritos, Allan Kardec, perg.188. (Nota da Editora)

188. Os Espíritos puros habitam mundos especiais, ou se
acham no espaço universal, sem estarem mais ligados
a um mundo do que a outros?
“Habitam certos mundos, mas não lhes ficam presos,
como os homens à Terra; podem, melhor do que os outros,
estar em toda parte.”1
1 Segundo os Espíritos, de todos os mundos que compõem o nosso
sistema planetário, a Terra é dos de habitantes menos adiantados,
física e moralmente. Marte lhe estaria ainda abaixo, sendo-lhe Júpiter
superior de muito, a todos os respeitos. O Sol não seria mundo
habitado por seres corpóreos, mas simplesmente um lugar de
reunião dos Espíritos superiores, os quais de lá irradiam seus pensamentos
para os outros mundos, que eles dirigem por intermédio
de Espíritos menos elevados, transmitindo-os a estes por meio do
fluido universal. Considerado do ponto de vista da sua constituição
física, o Sol seria um foco de eletricidade. Todos os sóis como que
estariam em situação análoga.
O volume de cada um e a distância a que esteja do Sol nenhuma
relação necessária guardam com o grau do seu adiantamento, pois
que, do contrário, Vênus deveria ser tida por mais adiantada do que
a Terra e Saturno menos do que Júpiter.
Muitos Espíritos, que na Terra animaram personalidades conhecidas,
disseram estar reencarnados em Júpiter, um dos mundos
mais próximos da perfeição, e há causado espanto que, nesse
globo tão adiantado, estivessem homens a quem a opinião geral
aqui não atribuía tanta elevação. Nisso nada há de surpreendente,

Tanara M.A.Guimarães disse...

É bom saber que existem pessoas interessadas em buscar a verdade, através da pesquisa, da investigação, da racionalidade.

Anônimo disse...

A arrogância e prepotência dos fanáticos seguidores do Chico Xavier é de causar náuseas. Eles não aceitam nenhuma crítica, não aceitam nenhuma outra forma de se pensar. Querem obrigar todos a pensarem como o "santo" Chico Xavier. E isso que eles odeiam gente "vaidosa" condenando essas pessoas ao "Umbral". Chiquistas, quem deveria evoluir espiritualmente em primeiro lugar, são vocês que odeiam quem questionem vocês.

Anônimo disse...

A arrogância e prepotência dos fanáticos seguidores do Chico Xavier é de causar náuseas. Eles não aceitam nenhuma crítica, não aceitam nenhuma outra forma de se pensar. Querem obrigar todos a pensarem como o "santo" Chico Xavier. E isso que eles odeiam gente "vaidosa" condenando essas pessoas ao "Umbral". Chiquistas, quem deveria evoluir espiritualmente em primeiro lugar, são vocês que odeiam quem questionem vocês.

Anônimo disse...

Nao podemos nos apegar a religiao, nem tudo é assim a ciencia esta aí para explicair muita coisa, os deuses dos indios sao apena humanos mais evoluidos que conheciam as tecnologias, os hnosso deuuses podem ser os extra terrestres que nos visitaram no passado, para meu filho eu sou um heroi um deus, para um ignorante nos somos os maiorais, mas nem tudo é assim,m ´é preciso estudo, bom senso, pois a verdade de hoje é a mentira de amanha. portanto rejeite 99 verdades mas nunca aceite uma mentira